sábado, agosto 27

TreM

Encrustadas em nós de madeira
açafrão vermelho sobre a cerca
lavas de silêncio serpenteiam
na singularidade ímpar de um sonho.
Paralisa minha mão sobre o gesto
aceno trêmulo na estação
no espaço estreito dos trilhos
arrepio por dentro de paixão.
Vencidos em desejos ímpios
meus pecados te arrastam em convulsão
no labirinto escuro de madressilvas
meu ser descarrila emoções.

Um comentário:

Regina disse...

Passei para desejar que seu novo ano seja bonito e poético. Com um abraço
Regina
www.livroerrante.blogspot.com